
Por enquanto, o detentor dos direitos comerciais da F1, Bernie Ecclestone, apenas admite estar preocupado e em contacto com príncipe Salman ibn Hamad ibn Isa Al Khalifa.
"Ele anda um bocado ocupado, como se pode imaginar, pelo que não sei exactamente o que vai acontecer. Mas o perigo é real, certo? Se as pessoas quiserem provocar tumultos e chamar a atenção mundial será fácil, certo? Provocar a confusão no Grande Prémio do Bahrain é garantia de cobertura mundial. Mas, como disse, estou em contacto com o príncipe e veremos o que ele acha que se deve fazer", afirmou Ecclestone.
Nabeel Rajab, vice-presidente do Centro para os Direitos Humanos do Bahrain, acha que a prova pode ser vista como uma oportunidade para protestos.
"De certeza que o fim-de-semana da F1 este ano não será pacífico. Haverá muitos jornalistas, muitas pessoas a assistir e o governo irá reagir de forma estúpida, como fez ontem e hoje. Isso será sangrento, mas terá mais divulgação", afirmou Nabeel Rajab.
Milhares de pessoas têm-se manifestado a favor da democracia no Bahrain, o que originou confrontos com a policia. Desses confrontos resultaram, pelo menos, 3 mortos.
Fonte: Jornal Record
















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