Luc Besson escreve e produz este thriller de acção de ajustes de contas que, durante quase duas horas, entretém mas sabe a pouco, dando no entanto algum protagonismo a Zoe Saldana.
Chega às salas de cinema o novo projecto produzido do popular Luc Besson. Realizado por Olivier Megaton, que nos trouxe a adaptação cinematográfica do videojogo com o mesmo nome Hitman (2007), podemos agora assistir a Colombiana.
O ano é 1992. Colombia. Aos 9 anos, Cataleya testemunha o assassinato dos seus pais. Ela consegue escapar do massacre e refugia-se nos Estados Unidos com Emilio, o seu tio gangster.
Quinze anos depois, ela trabalha para ele como assassina. O seu cartão de visita – uma
orquídea desenhada no peito das vítimas – é uma mensagem para os assassinos dos seus pais.
Cataleya está determinada a levar a sua vingança até ao fim, mesmo que isso signifique perder tudo o que ela ama.
Este thriller de acção é uma história de vingança e ajusta de contas com pouco sal.
O enredo não é complexo e é o mais comum possível. O espectador não fica surpreso pelo desenrolar da história, porque é um conto já muitas vezes repetido no cinema. A sequências de acção decorrem a ritmo normal e curto, não é um momento no filme que seja crítico.
Outro ponto fraco da película é a estereotipar a cultura colombiana com as famosas intrigas de gangs que não resistem a uma boa batalha de tiros, explosões e sangue. Esta estereotipação, de facto, causou alguma controvérsia em muitos grupos.![]()
Pondo este quadro negativo de parte, podemos dizer que o filme entretém. A sua duração de 1 hora e 45 minutos (aproximadamente) é perfeita para quem gosta de filmes de acção, mas que não sejam muito extensos.
O mais alto ponto positivo deste filme é Zoe Saldana. Aqui, revemos alguns lampejos da sua personagem Neytiri de Avatar, e Saldana prova que é um talento a desabrochar. Nos momentos dramáticos e nos de mais intensidade, Saldana prova que não é apenas uma simples guerreira Na’vi, e sim uma estrela que está a ascender aos céus com muita força e determinação.
Colombiana define-se como um filme de acção bom para se ver, mas em casa, no conforto do sofá, em dias em que não apetece sair à rua.
















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