Em mais um dia de Sudoeste, as luzes estavam certamente apontadas para o rapper norte-americano Kanye West, mas foi mais que isso, e ter um público a cantar e a interagir com o artista é sempre bom de se ver neste tipo de eventos.
Marcelo Camelo abriu o Palco TMN com uma pequena multidão à frente do palco, provavelmente cerca de 100 a 200 pessoas, mas não deixou de dar um bom espetáculo, com ritmos brasileiros.
A seguir chegam os Deolinda, banda conhecida pela sua música tradicional portuguesa em “tons modernos”, que animam as hostes para Patrice, que é quem se seguiu. No entanto apenas permitiram a transmissão online de 3 músicas, deixando o resto do seu setlist a quem estava no evento.
Patrice entra um pouco atrasado em Palco, mas sem dúvida que não desilude, num concerto com tons intermédios, dando quer para abanar os braços, bater palmas, saltar e cantar em coro, culminado em “Soulstorm”, onde o público cantou como se não houvesse amanhã, e foi a sua deixa para se despedir e dar a vez a Kanye West.
A extravagância faz parte do espetáculo de West, com cerca de 20 bailarinas, 3 actos, explosões de fumo e fogo de artifício, apodera-se assim do palco principal. O artista infelizmente não permitiu a transmissão da actuação, mas de acordo com vários reports, foi um concerto embora tenha começado com uma hora de atraso, não desapontou.
Desde mais recentes êxitos como “All Of The Lights” e “Power”, passando por “Love Lockdown” e até “Stronger” e “Gold Digger”, Kanye West dominou o palco por completo.
Por fim, os Underworld, que como West não permitiram a transmissão, encerraram o palco ao som de músicas electrónicas, características da banda, transformando o Palco TMN numa autêntica discoteca ao ar livre.
(fotos por captação através do stream do festival e de Kanye West por Palco Principal)
















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