Rea Garvey edita o seu álbum a solo no próximo dia 3 de Outubro. Can`t Stand the Silence resulta de uma faceta mais pessoal do músico irlandês.
Can’t Stand The Silence é o resultado de um longo e difícil caminho, cujos primeiros passos hesitantes foram dados durante uma pausa na extraordinariamente bem-sucedida banda de Garvey, os Reamonn. A paragem criativa funcionou como uma agradável descoberta, um
escape para uma colecção de canções pessoais e sofridas, com o título do álbum a revelar não só a sua tomada de consciência enquanto «workaholic» convicto mas também «a calmaria que antecede a tempestade».
O seu novo disco é uma imensa auto-descoberta. É muito mais um diário de viagem do que a entrega a uma busca por um significado. Há uma chegada a um auto-conhecimento mas o verdadeiro objectivo é o caminho percorrido. O resultado de questionar tudo. Talvez, acima de tudo, de se questionar a si mesmo. O que é que estou a fazer, onde quero ir? Criar uma distância para atingir uma proximidade é um velho jogo.
Em paralelo, a lista de colaboradores que ajudaram Rea a criar Can’t Stand The Silence é verdadeiramente impressionante: do produtor Andy Chatterley (Muse, Kylie Minogue, Kanye West) ao cantor/compositor Iain Archer (Snow Patrol), passando pelo compositor, já vencedor nos Grammys, Julio Reyes Copello (Jennifer Lopez, Ricky Martin, Nelly Furtado), Apocalyptica, Jam El Mar (Jam & Spoon, Cosmic Baby) ou Xavier Naidoo, Can’t Stand The Silence apresenta uma notável lista de grandes vultos da música rock actual.
«Cresce e aprende», diz um velho ditado Huaorani, a distante tribo da selva do Equador que Rea apoia no seu trabalho de caridade. «Há tantas coisas que quero fazer e experimentar», confessa. E há tantas histórias para Rea Garvey contar. Ainda bem que ele gosta de contá-las.
















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