Faleceu, na sexta-feira, Guido Forti, fundador e chefe da equipa Forti Corse que teve uma passagem pela Fórmula 1 nas temporadas de 1995 e 1996. Embora a causa da morte do ex-dirigente não tenha sido revelada, a imprensa internacional diz que se tratou de doença prolongada.
Apesar de ter conseguido alguns títulos nas categorias secundárias nos anos 80, sobretudo na F3 italiana, a Forti é conhecida, essencialmente, pela sua fugaz passagem pela Fórmula 1. Guido Forti, com o apoio financeiro do brasileiro Pedro Paulo Diniz, montou uma estrutura para entrar na prova rainha do automobilismo.
Assim, na temporada de 1995, a Forti estreou-se com uma dupla brasileira de pilotos, formada pelo próprio Pedro Diniz e por Roberto Moreno. O melhor resultado conseguido nessa temporada foi um sétimo lugar no Grande Prémio da Austrália, último da época. O carro ficou famoso pelo estilo: amarelo e com o patrocínio azul da Parmalat.
O segundo ano foi ainda pior. Com os italianos Luca Badoer e Andrea Montermini ao volante, a Forti só se qualificou para três corridas (Argentina, San Marino e Mónaco) e desistiu a meio da temporada, quando a Ford Cosworth cortou o fornecimento de motores.
Em 2000 a Forti voltou à atividade na F-Euro 3000, mas três anos mais tarde deixou de vez o automobilismo.
Fonte: Autoportal
















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