O Braga venceu o Paços de Ferreira no pontapé de saída da Liga mostrando-se claramente superior ao adversário que, na temporada anterior, havia protagonizado aceso duelo pelo acesso à milionária Liga dos Campeões.
Os comandados de Jesualdo Ferreira mostraram-se mais frios e eficientes, na primeira parte foram um conjunto estrategicamente mais recuado, a sair em contra-ataque, levando perigo à baliza de Degra, que acabaria por ser batido por Paulo Vinícius, na sequência de um canto.
Os “castores” até tinham mais posse de bola, mas estiveram longe do nível exibido em 2012/13, raramente levando perigo à baliza à guarda de Eduardo. Aliás, o guarda-redes do Braga não chegou a ter que efectuar qualquer grande intervenção ao longo da partida, o que diz bem da incapacidade pacense.
Na etapa complementar, manteve-se o controlo de jogo por parte dos guerreiros do Minho, que dilatariam a vantagem para 2-0, por Felipe Pardo: o extremo colombiano recebeu um passe longo de Alan e, de ângulo difícil, fuzilou Degra, assinando um golo verdadeiramente soberbo.
Daí para a frente, o Paços de Ferreira piorou e só a espaços chegou à área bracarense. Os minhotos redobraram confiança e, por mais que uma vez, poderiam ter chegado ao terceiro golo, o que não viria a acontecer, ora por inspiração de Degra, ora por ineficácia na concretização.
Os “castores” actuaram com uma equipa bastante desfalcada, sem unidades importantes – a defesa nada tinha a ver com a da época passada (faltaram Tony, Ricardo e Tiago Valente) –, no entanto ficaram alguns sinais preocupantes, para Costinha avaliar.
Já o Braga dificilmente poderia ter entrado melhor na Liga, conquistando, de forma incontestada, os três pontos, puxando de galões na corrida aos primeiros lugares da tabela.
Fonte: Jornal A Bola
















0 comentários