
De acordo com o Disco Digital e com o Diário de Notícias, o Ministério dos Negócios estrangeiros terá enviado pelo menos duas cartas oficiais para o Parque das Nações, a alertar para a organização da cimeira da NATO, e por consequência a impossibilidade da realização do concerto dos Arcade Fire no Pavilhão Atlântico.
Contradizendo assim o que foi afirmado ontem (15 de Outubro) à promotora Everything Is New, fonte oficial do MNE disse uma das cartas foi enviada no início de Julho, antes do início da venda dos bilhetes para o concerto.
O promotor Álvaro Covões continua a alegar que o concerto não será cancelado enquanto não houver uma ordem jurídica. O Diário de Notícias ouviu a opinião de alguns juristas, que entendem que uma decisão tem de ser tomada e assumida por uma autoridade pública superior, e que em caso de cancelamento do espetáculo, os prejuízos têm de ser compensados, dado à grandiosidade do evento, que se encontra quase esgotado, e que se o cancelamento acontecer, dará bastante prejuízo à entidade organizadora.
A BLITZ, através do seu site, divulgou uma nota da direcção, a comentar este caso MNE/EIN, onde lamenta os conflitos entre as organizações, e que ao fim e ao cabo, acaba por prejudicar os amantes de música. No entanto afirma:
“Para os utilizadores do site BLITZ e todos os amantes da música dos Arcade Fire torna-se claro que a sobranceria e arrogância nunca produzirá boa música. Temos pena. Agora é preciso encontrar a melhor solução para que este concerto possa acontecer, noutro dia e, provavelmente, noutro lugar. Mas aí, os próprios Arcade Fire terão também uma palavra a dizer.”
O adiamento, movimento, ou cancelamento torna-se assim inevitável. O RADAR irá estar atento a mais novidades, e, a título de complemento, fica abaixo o link para a nota de direcção da BLITZ:
http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/66708
















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