
Temos neste momento em exibição nos cinemas o filme Gru, O Maldisposto, da Universal Pictures. Só por aqui devo começar por realçar um facto: finalmente vejo a Universal no activo.
Não quero dizer com isto que os estúdios da Universal não nos tenham trazido filmes, tanto que tivemos recentemente filmes como Robin Hood, O Lobisomem e Kick-Ass que nos porporcionaram algum entretenimento. Mas já há algum tempo se verifica que a Universal não produzia algo que fosse realmente notável. Robin Hood, por exemplo custou ao estúdio $200 milhões, mas apenas arrecadou $300 milhões mundialmente. Pode parecer muito aos olhos da pessoa mais ingénua no que toca a rendimentos cinematográficos em Hollywood. Mas o facto é que o filme, apesar de ultrapassar o orçamento, apenas arrecadou mais $100 milhões. Tendo em conta as receitas anteriores da Universal Pictures e a promoção que o filme teve muito antes da sua estreia, as receitas de Robin Hood não foram muito relevantes.
Até que em 2010, chega-nos Gru, O Desprezível, filme que custou $69 milhões ao estúdio mas que já rendeu mais de $479 milhões em todo o mundo, e ainda não parou de arrecadar, voltando a colocar a Universal na lista dos melhores estúdios de cinema.
Efectivamente, o filme apresenta uma história muito carinhosa e divertida que deixa até a pessoa que menos goste de filmes animados em pulgas para mais!
O filme, de uma maneira inteligente, combina elementos cómicos tradicionais na linha de Looney Tunes e da Pixar e cria ao espectador uma bom momento familiar de entretenimento. E, confesso, quem teve a ideia dos Minions (umas pequenas criaturas amarelas) merece um prémio! Os Minions são um óptimo complemento ao filme.
A história é fantástica, as personagens adoráveis e não há falhas a apontar!
Gru, O Maldisposto é o vilão que nós adoramos odiar. Ele é uma personagem vilão que mostra que em todos nós há trevas mas também há luz.
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