Taça de Portugal: Benfica na 5ª eliminatória

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Antes de viajar para Manchester, onde vai ter um importante encontro da Liga dos Campeões, que pode ditar o apuramento da equipa encarnada para os oitavos-de-final, o Benfica tinha ainda pela frente o encontro da 4ª eliminatória da Taça de Portugal, frente à Naval. Já se esperava um jogo com um grau elevado de dificuldade, até porque a equipa da Figueira da Foz foi a última equipa a derrotar o Benfica para o campeonato, já lá vão 7 meses. Mas a chuva dificultou (e muito) a missão da equipa de Jorge Jesus. Foi, por estas razões, um jogo em que se viu muito pouco futebol.

Devido ao apertado calendário, para além das já esperadas ausências de Gaitán, Cardozo, Saviola, Maxi Pereira e Witsel, Jorge Jesus decidiu fazer mais algumas poupanças, deixando Bruno César e Rodrigo no banco de suplentes, apresentando em campo uma equipa muito jovem.

A maior novidade ia para a dupla atacante dos encarnados, composta por Rodrigo Mora e Nélson Oliveira. Mas Jesus tinha apresentado ainda outras novidades: Miguel Vítor ocupava o lugar de lateral-direito, Rúben Amorim o lugar de médio-direito, como o treinador encarnado tinha feito no jogo particular diante o Galatasaray. Para juntar às novidades da equipa encarnada estava o estado do tempo. À hora do começo da partida, chovia com grande intensidade na Figueira da Foz, deteriorando muito o estado do relvado.

Era por isso muito importante para o Benfica marcar o mais cedo possível, mas a tenacidade defensiva da equipa da Naval, a juntar a algum atrevimento ofensivo, dificultaram muito a vida à equipa lisboeta.

Nolito e Nélson Oliveira eram os jogadores mais perigosos do Benfica, saindo dos seus pés as melhores oportunidades de golo, valendo à Naval os reflexos de Taborda. A Naval não se intimidava, e Edivaldo Bolívia começou a assustar a defensiva encarnada. Nesta altura, o relvado mais parecia uma piscina, fazendo crer que, a continuar assim, o encontro só se resolveria num lance de bola parada, ou numa iniciativa individual.

A chuva abrandou na segunda parte, assistindo-se a uma melhoria substancial da qualidade do jogo praticado. Num lance entre Javi Garcia e Nolito, o Benfica quase ficava em vantagem, com a Naval a responder quase de seguida. Zé Rui tinha tudo para fazer o golo, só que não conseguiu dominar a bola, por causa do estado do relvado.

Edivaldo Bolívia quase inaugura o marcador, fazendo um chapéu a Eduardo, mas a bola saiu muito perto do poste direito da baliza encarnada. A equipa de Jorge Jesus responde quase de imediato, mas Taborda defende (com o calcanhar!) um remate de Bruno César.

O jogo estava aberto, e Jesus decidiu introduzir Bruno César e Rodrigo. Na primeira vez que Rodrigo toca na bola, apenas 1 minuto depois de ter entrado, o avançado espanhol faz o golo que viria a dar a vitória ao Benfica. E a passagem à 5ª eliminatória da Taça de Portugal.

Amanhã é a vez do FC Porto, que vai defrontar a Académica.

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