Crítica: Um homem longe de nos deixar no limite

 

MAN ON A LEDGE

 

Esta semana chega às salas de cinema portuguesas o thriller de acção Um Homem no Limite. O filme conta com a participação de Sam Worthington, Elizabeth Banks, Jamie Bell e Ed Harris. Com um elenco destes, seria de esperar uma película capaz de nos deixar colados ao ecrã. Até tenta, mas não consegue inteiramente.

Nick Cassidy (Sam Worthington) era um polícia honesto. Agora está preso por um crime que não cometeu.

Desesperado, aproveita a primeira oportunidade que lhe surge para fugir. Horas depois, ele está vestido com um fato caro, de pé sobre o parapeito de uma janela de um prédio alto de Nova Iorque. Enquanto a multidão se junta na rua para assistir, a polícia isola a área e concorda com o pedido de Nick para falar com a atraente negociadora da polícia, Lydia Anderson (Elizabeth Banks). Mas o que Lydia não sabe é que faz parte do plano mestre de Nick, plano esse que poderá dar a ambos uma segunda oportunidade.

O enredo base do filme revela-se algo previsível. Já não é a primeira vez que se vê um filme em que uma pessoa honeste é presa por um crime que não cometeu e vai lutar para provar a sua inocência. O que diferencia este dos demais é que não é qualquer pessoa que, por mais determinada que esteja, se coloque no parapeito de um arranha-ceús nova-iorquino. Mas com um bom motivo par tal acto de aparente loucura. O desenrolar do plot é simples e conciso.

A simplicidade também se aplica ao argumento. Não são apresentados grandes desafios aos espectador, que assiste a um desembrulhar argumentativo básico e nada complexo. O mesmo se pode igualmente dizer do acting. O elenco peca pela superficialidade da sua representação. E estamos a falar de actores que já possuem um background experiente em vários géneros de filmes. No entanto, nem a representação de Sam Worthington (Confronto de Titãs, Exterminador Implacável: Salvação) nos impressiona.

Um Homem no Limite é um filme simples, que não revela grandes desafios a nível de história, representação ou mesmo grandes cenas de acção. Todo o filme é básico, adequadamente indicado para ser visto num serão de domingo à tarde, na televisão.

 

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