Toquem a música, acendam as luzes, é a hora dos Marretas!

 

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É a primeira aventura no grande ecrã desde há 12 anos, tal como o novo trabalho dos estúdios da Walt Disney com eles, desde Os Marretas na Ilha do Tesouro em 1996. Depois disso, nada ficou a não ser a memória de um legado que encantou miúdos e graúdos, desde o seu início na década de 70. Parecia que a cortina se tinha fechado.

Ou então não. Chega-nos agora, aos cinemas portugueses, a nova aventura, a nova extravagância, a nova loucura dos bonecos mais doidos do planeta que nos mostram que ainda nos conseguem matar a rir.

De férias em Los Angeles, Walter, o maior fã dos Marretas, o seu irmão Gary (Jason Segel) e a namorada de Gary, a Mary (Amy Adams) de Smalltown (EUA), descobrem o maquiavélico plano de Tex Richman (Chris Cooper), um homem do petróleo que quer demolir o Teatro dos Marretas e perfurar o solo em busca do recentemente petróleo encontrado nos terrenos do Teatro. Para organizar a Maior Gala dos Marretas e angariar os 10 milhões de dólares necessários para salvar o Teatro, Walter, Mary e Gary vão ajudar o Cocas a reunir os Marretas, que entretanto seguiram caminhos separados: o Fozzie atua num casino em Reno com uma banda de tributo aos Marretas, a Miss Piggy é uma editora de moda dirigida a tamanhos grandes na Vogue de Paris, o Animal está numa Clinica em Santa Bárbara a receber tratamento para Controlo de Temperamento, e o Gonzo é um bem sucedido magnata no campo das canalizações.

Este novo filme é digno de ser visto. Já foi quase universalmente aclamado pelos críticos, e com toda a razão. Os Marretas é uma surpresa inesperada e agradável, que consegue encantar sem grandes esforços com um humor inteligente e auto-reflexivo que se associa ao tradicional “vamos montar um espectáculo”.

O filme apresenta-nos um regresso triunfal de personagens da nossa infância que objectiva agradar aos fãs e, ao mesmo tempo, ganhar novos admiradores. É excelente para os dois sentidos. As novas gerações vão poder assistir a uma comédia daquelas que já não são feitas há muito, e os antigos entusiastas vão sentir aquele sabor agridoce da nostalgia. Mas uma nostalgia tão velha que se renova. O filme mantém-se fiel àquilo que os Marretas fazem melhor: montar um grande espectáculo. E conseguem ser muito engraçados, mesmo quando fazem de propósito.

Jason Segel e Amy Adams entregam-nos representações estupendas e muito cómicas, melhoradas ainda com alguns momentos musicais, que deixam o espectador com dores de estômago de tanto rir. Ao longo do filme somos ainda surpreendidos com pequenas figurações do creme de la creme de actores comediantes que nos fazem dizer “Isto é Épico!”.

A partir de 2 de Fevereiro, junte a família toda e junte-se a Cocas, Miss Piggy, Animal, Fozzie e muitos mais e aprenda o significado de “viajar de mapa”. Um filme a não perder. E não percam mesmo, a Miss Piggy não irá ficar muito contente se não a forem ver.

 

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