As equipas do meio do pelotão da Fórmula 1 estão preocupadas com a subida de custos em 2014.
Na próxima época serão introduzidos novos motores 1.6L turbo, a unidade de recuperação de energia será mais avançada e regressarão os testes durante a temporada. São razões para se esperar um aumento de custos entre os 11 e os 15 milhões de euros (15-20 milhões de dólares), de acordo com a opinião de Franz Tost (Toro Rosso). Citado pelo ESPN , o responsável austríaco alerta que “não há redução de custos na Fórmula 1”.
Tost é da opinião que “devíamos pensar como poderíamos baixar os custos”, com as novidades a introduzir em 2014 a serem “mais caras” do que actualmente, ao que se junta o regresso dos testes. Para o austríaco, estão em discussão “diferentes caminhos”, lembrando a baixa de custos que foi alcançada de 2009 para 2010 com o fim dos testes e o congelamento dos motores.
Claire Williams, chefe de equipa da Williams, também se mostrou preocupada com a escalada dos custos na F1, algo que “me preocupa sempre” no trabalho de “obter dinheiro para a equipa”. A responsável britânica sabe que se trata de um desporto caro, mas lembra a disparidade existente de “equipas a correr com orçamentos de 50 milhões de libras (57 milhões de euros)” e outras “com orçamentos de 250 ou 200 milhões de libras (286-229 milhões de euros)”.
John Booth, da Marussia, também se mostrou preocupado com os custos, sendo da opinião que os orçamentos de 200 milhões de dólares (151 milhões de euros) “não tornam a F1 mais atractiva”, sendo necessário “manter os custos sob controlo”.
Fonte: Autosport
















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