A Toyota reforçou o compromisso na aposta desenvolvimento e produção em série de modelos movidos a célula de combustível, que será realidade daqui a dois anos.
A marca nipónica vem sendo uma das mais activas na apresentação de possíveis soluções desta tecnologia em carros de produção, acreditando, como diz em comunicado, “ser a melhor solução para desafiar as actuais fontes de energia e emissões”, descrevendo também o hidrogénio como “um combustível ideal e ultra-limpo”.
Aliás, neste sentido, a Toyota apresentará na próxima edição do Salão de Tóquio, em Novembro, uma versão mais próxima da produção do FCV-R, que começou por ser exibido em 2011, e que será o primeiro modelo Fuel Cell em 2015. Antes disso, os mais recentes desenvolvimentos sobre o desenvolvimento deste modelo serão divulgados no Salão de Frankfurt, em Setembro.
Este estudo de 4745 mm de comprimento utiliza uma versão modificada do sistema híbrido do Prius, com o motor a gasolina a ser substituído por uma célula de combustível e os depósitos contento hidrogénio de alta pressão na vez do depósito de combustível convencional. Recorre ainda aos mesmos componentes eléctricos, assim como à bateria de 21 kW que armazena a energia recuperada por via do sistema de travagem regenerativa.
O sistema permitirá uma autonomia de até 676 km, sem emissões de CO2, NOx ou qualquer tipo de partículas poluentes. A fabricante nipónica acredita que a massificação deste tipo de carros será uma realidade durante a próxima década.
Muito resumidamente, esta tecnologia consiste num sistema de células de combustível que converte a energia química gerada pelo hidrogénio e oxigénio directamente em eletricidade, por sua vez responsável por fazer funcionar os motores eléctricos do carro – sendo que o excesso resultante desta operação é a produção de vapor de água.
Fonte: Autohoje
















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