Sandro Rosell apresentou, como se esperava, a sua demissão do cargo de presidente do Barcelona. A decisão foi comunicada, esta quinta-feira, em conferência de imprensa, depois de uma reunião extraordinária da junta directiva dos catalães. O primeiro vice-presidente, Josep Maria Bartomeu, assume as funções até aqui desempenhadas por Rosell, até final do mandato, em 2016.
Nos últimos dias, uma injusta e temerária acusação de apropriação indevida terminou numa acusação contra mim nos tribunais. Desde o primeiro momento que digo que a contratação de Neymar é correcta e que a contratação provocou o desespero e a inveja dos nossos adversários, disse Rosell, que prosseguiu: O direito dos sócios de ser informados deve ser compatível com a defesa do clube e a confidencialidade de algumas matérias e factos. Esta confidencialidade é essencial no mundo do futebol porque, caso contrário, pode ter como consequência prejuízos para o próprio clube. Esta junta directiva é uma equipa e esta equipa lidera um projecto que já deu grandes frutos. Não quero que ataques injustos afectem negativamente a gestão e a imagem do clube. E é por isso que penso que a minha etapa deve terminar aqui.
O dirigente qualificou ainda a demissão como “irrevogável”.
A razão desta demissão está no facto do sócio Jordi Cases ter alegado que existiram irregularidades no contrato do futebolista brasileiro Neymar. Na passada segunda-feira o jornal El Mundo publicou verbas do contrato do futebolista no valor de 95 milhões de euros, quando o valor anunciado tinha sido de 57,1 milhões de euros.
A queixa contra o Presidente foi feita na passada terça-feira e durante esta quinta-feira o Barcelona apresentou um pedido de “inibição” ao juiz Pablo Ruz.
Fonte: Maisfutebol
















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