A Yamaha defende que o Mundial de MotoGP está excessivamente centrado na Europa e deve mudar-se para outras paragens, à semelhança do que tem vindo a fazer a Fórmula 1. Ásia Oriental, América do Sul e África são os lugares propostos.
Lin Jarvis, director desportivo da marca, defende que o actual calendário não reflete a vertente comercial na venda de motos.
De facto, em 18 corridas que o campeonato tem, 11 são na Europa. Depois há três nos EUA, um no Qatar, outro no Japão, Austrália e Malásia.
“Gostava de ver uma aproximação a outros mercados em todo o mundo, que são mercados em crescimento, em particular no Sudeste Asiático. O MotoGP é muito importante lá e só têm a corrida de Sepang. Há capacidade para mais”, defende.
A ideia de Jarvis é que o campeonato seja “verdadeiramente” global, falando depois na América do Sul e em África onde actualmente não há qualquer corrida.
“Há lá audiências com vontade de ver MotoGP. Temos de trabalhar nisso todos juntos, as equipas, a Dorna, a Federação. Temos de procurar crescimento e promovê-lo”, completou.
Fonte: Autoportal
















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